
Sinto muito, mas eu simplesmente não consigo entender.
Como uma pessoa pode considerar “divertido” um amontoado de gente andando atrás de um carro de som que toca músicas tão altas que mal dá para entender o que está sendo tocado (não que faça diferença, já que as letras são um lixo)?
Como se pode gostar de um lugar cheio de gente bêbada e fedorenta, que libera toda a sua perversão e violência por pensar que “hoje pode tudo, hoje é carnaval”?
Eu compreenderia numa boa se as pessoas quisessem se divertir, brincar, pular, dançar. Mesmo que bebessem, mas que o álcool fosse apenas um acompanhamento, não a causa da diversão.
O problema é que, ao menos no estado onde moro (Maranhão), quando chega época de carnaval (seja “na época” ou “fora de época”), o pessoal só pensa em libertinagem, sexo e drogas. Claro que não é todo mundo que faz isso, mas a cada ano que passa o número de adeptos dessas práticas destrutivas aumenta.
As conseqüências? Óbvias: doenças sexualmente transmissíveis e gravidezes indesejadas são as mais comuns, sem falar nos vários assaltos, brigas e mortes que ocorrem durante as festas.
Ontem mesmo, quase em frente a minha casa (que não fica muito longe de uma avenida onde passa um bloco de carnaval), houve uma briga causada por uma moça que se encontrava completamente fora de si de tão bêbada e drogada – e nem eram 9h da noite, a festa mal tinha começado!
Segundo me disseram, ela estava empurrando várias pessoas na multidão só para provocar. Foi quando alguém revidou e começou a briga. Foram necessários dois homens para segurar a maluca!
É triste e, mais que nojo, sinto pena de pessoas como ela. Mas, infelizmente, vivo no “país do carnaval”, e devo achar isso normal (devo, mas não acho).
Talvez eu que esteja errado, afinal.
Como uma pessoa pode considerar “divertido” um amontoado de gente andando atrás de um carro de som que toca músicas tão altas que mal dá para entender o que está sendo tocado (não que faça diferença, já que as letras são um lixo)?
Como se pode gostar de um lugar cheio de gente bêbada e fedorenta, que libera toda a sua perversão e violência por pensar que “hoje pode tudo, hoje é carnaval”?
Eu compreenderia numa boa se as pessoas quisessem se divertir, brincar, pular, dançar. Mesmo que bebessem, mas que o álcool fosse apenas um acompanhamento, não a causa da diversão.
O problema é que, ao menos no estado onde moro (Maranhão), quando chega época de carnaval (seja “na época” ou “fora de época”), o pessoal só pensa em libertinagem, sexo e drogas. Claro que não é todo mundo que faz isso, mas a cada ano que passa o número de adeptos dessas práticas destrutivas aumenta.
As conseqüências? Óbvias: doenças sexualmente transmissíveis e gravidezes indesejadas são as mais comuns, sem falar nos vários assaltos, brigas e mortes que ocorrem durante as festas.
Ontem mesmo, quase em frente a minha casa (que não fica muito longe de uma avenida onde passa um bloco de carnaval), houve uma briga causada por uma moça que se encontrava completamente fora de si de tão bêbada e drogada – e nem eram 9h da noite, a festa mal tinha começado!
Segundo me disseram, ela estava empurrando várias pessoas na multidão só para provocar. Foi quando alguém revidou e começou a briga. Foram necessários dois homens para segurar a maluca!
É triste e, mais que nojo, sinto pena de pessoas como ela. Mas, infelizmente, vivo no “país do carnaval”, e devo achar isso normal (devo, mas não acho).
Talvez eu que esteja errado, afinal.
“Vamos comemorar como idiotas
A cada fevereiro e feriado...”.
(trecho de Perfeição, música do Legião Urbana).
A cada fevereiro e feriado...”.
(trecho de Perfeição, música do Legião Urbana).
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PS.: A falta de atualizações neste meu humilde blog se deve quase unicamente ao pouco tempo livre que tenho tido neste mês (curso de web design e estudo para o vestibular...). Será complicado fazer novas postagens antes do dia 10/02. Peço desculpas aos meus poucos leitores por ter demorado a esclarecer isso (será que alguém estava sentindo falta dos meus textos? Acho que nem tanto... hehehe).
Até logo!
Até logo!