Pensamentos aleatórios

Aprenda a dançar com o Charlton do "Um Maluco no Pedaço"

Você não sabe dançar? Ou, se sabe, gostaria de aprender alguns passos novos e ousados? Seus problemas acabaram!

Aprenda com o Charlton, personagem do seriado "Um Maluco no Pedaço" ("The Fresh Prince of Bel-Air"), a dança que está conquistando a internet:

Melhor que a "dança do siri", não?

Uma das melhores ilusões de óptica que eu já vi...

Os meus poderes de vidente me dizem que, com certeza, você está perto do monitor de um computador agora. Acertei? (que piada idiota...).

Ok, então olhe a imagem abaixo e responda: Qual dos rostos é o zangado?



O da esquerda, não é? Certo, agora se levante e dê dois ou três passos se distanciando do monitor e veja o que acontece...

Se você tiver um bom conhecimento de inglês, há um comentário sobre a imagem no site em que a encontrei (não traduzi por pura preguiça...):

"This striking illusion helps us understand the role of the neuronal brain mechanism for size constancy in visual perception. I don’t know what the creators of the illusion would say, but this is how it seems to me. The two images are each composed of two facial expressions, namely *calm* and *angry*. However, in the face on the left the angry features are composed of high spatial-frequency components, and the calm features are composed of low spatial-frequency components. For the face on the right, calm is expressed by high spatial-frequency features and angry is low frequency. If we view the two faces from a distance of 1 foot, the high-frequency features dominate so the left face is angry while the right face is calm. If we view the faces from a distance of 10 feet, the low-frequency features dominate so the left face is calm while the right face is angry. This all happens because the size-constancy mechanism in the visual system expands the brain’s representation of the faces to compensate as their retinal size contracts tenfold when we move back from a 1-foot view to a 10-foot view. As this happens, visual resolution is degraded with the increase in viewing distance, and the low-frequency features become dominant. Hence the switch in facial expression. For a detailed neuronal model of the brain’s putative size-constancy mechanism see *The Cognitive Brain*, pp. 89-93. If there is another explanation for this illusion, I would very much like to see it" — Arnold Trehub.

Fonte: Illusion, distance changes face perception?

Agora eu acredito em fantasmas...

O vídeo abaixo é um dos mais assistidos no YouTube desde ontem, quando foi mencionado no Kibe Loko:

"O vídeo abaixo, gravado por um cinegrafista amador em Cuiabá (MT), deveria mostrar apenas dois amigos jogando video game. No entanto, o que era para ser um registro despretensioso, pode ser o primeiro flagrante real de um fantasma. Isso mesmo. De um fantasma!

Ao contrário de outros vídeos - todos falsos - que fizeram certo sucesso nos anos 80, as imagens dessa vez são tão nítidas que especialistas garantem que a passagem do espectro pela janela é real.

Confira abaixo e tire suas próprias conclusões. Mas atenção: se você é uma pessoa sensível ou tem medo de defuntos, almas penadas e mal-assombramentos em geral, sinceramente, aconselho não assistir."

Assista por sua conta e risco...

Harry Potter e as Relíquias da Morte: o fim de uma história

Era para eu ter começado a escrever este texto sexta passada, mas nos últimos dias eu estava completamente sem vontade de escrever qualquer coisa – por isso o blog ficou desatualizado. Mas enfim tomei coragem e tentei fazer um texto decente sobre esse livro, pois acho que ele merece.

Comprei-o nos últimos dias de pré-venda no Americanas.com. O lançamento foi dia 10/10, sábado, e o livro chegou três dias depois a minha casa. Como todos os livros anteriores da série, em especial a partir do 4º, “devorei-o” em poucos dias, sentindo, como sempre, um misto de curiosidade, apreensão e alegria a cada página.

Mas neste último livro, um outro sentimento surgiu, e se tornava mais forte conforme os capítulos se seguiam: saudade. Não por eu simplesmente ser fã da série, pois sei que há pessoas muito mais que eu, mas pelo que aqueles sete livros representaram para mim.

Antes do primeiro filme de Harry Potter, lançado em 2001 (Harry Potter e a Pedra Filosofal), eu mal pegava em livros. Lia muito pouco, basicamente os livros da escola e ocasionalmente um livrinho infanto-juvenil de cento e poucas páginas. Achava que era cansativo e chato passar dias para terminar de ler uma história, sendo que os filmes tinham a mesma função para mim – entreter – e duravam apenas algumas poucas horas.

Porém, depois daquele filme, minha opinião mudou completamente. Assim que saí da sala do cinema, já havia decidido comprar ao menos o primeiro livro da série. Para minha sorte, no mesmo dia meu pai comprou os dois primeiros (o homônimo do filme e o Harry Potter e a Câmara Secreta). Comecei a ler e achei simplesmente magnífico!

A partir de então, me tornei um verdadeiro leitor, inicialmente dos outros livros de J.K. Rowling, mas logo depois procurando outros títulos e outros autores – alguns clássicos, como sir Arthur Connan Doyle, Aghata Christie e J.R.R. Tokien, outros mais recentes, como Dan Brown.

E enfim, depois de 6 anos acompanhando a série, finalmente estava em minhas mãos a última parte, o fim de toda aquela obra. Não era para menos, eu tinha que sentir saudade e um pouco de tristeza por saber que não haveria mais um livro para esperar. Mas ficar pensando não ia levar a nada, então parei de frescura e li, com a mesma avidez que li os outros.

Dizer que Harry Potter e as Relíquias da Morte é o melhor dos 7 é resumir demais, mas também não é mentira. Para quem leu o antecessor, Harry Potter e o Enigma do Príncipe, deve ter percebido que o último seria bastante diferente dos outros. E é.

A linearidade que ocorre nos 6 primeiros livros não existe no último, pois não se acompanha o dia-a-dia escolar dos personagens em Hogwarts. Relíquias é imprevisível, oscilando entre uma brisa e uma tempestade em questão de instantes, e isso é uma armadilha para leitores que não querem ou não podem passar muito tempo lendo. Dá vontade de dormir um pouco mais tarde só para ler um pouco mais.

O clima do livro é sombrio, os personagens estão mais maduros, o enredo está mais complexo e adulto. A “Morte” não está relacionada apenas às Relíquias da Morte – um dos principais e essenciais mistérios da obra –, mas está bastante presente no livro, mais que em qualquer outro. Diversos personagens morrem, o que deixou vários leitores mundo afora indignados, mas que a meu ver só ajuda a deixar a história mais séria e melhor. Mostrando a face nua e crua da morte numa história fictícia e com diversos personagens carismáticos ajuda-nos a refletir, afinal morrer é algo natural e nem sempre “justo”.

É difícil fazer uma sinopse sem cometer o pecado de contar detalhes do enredo, mas vou tentar fazer direito:

No livro anterior, Harry foi incumbido por Dumbledore a procurar e destruir as Horcruxes, artefatos que contêm partes da alma de Voldemort e a única forma de derrotá-lo. Entretanto, ele sequer tem idéia de onde encontrá-las, o que torna sua missão ainda mais difícil.

Com a ajuda de seus melhores amigos, Rony e Hermione, ele sai à procura desses artefatos, ao mesmo tempo em que têm que se esconder dos seguidores de Voldemort, os Comensais da Morte, os quais, a mando de seu líder, dominaram o Ministério da Magia e ameaçam tanto o mundo bruxo quanto o trouxa.

Enfrentando diversas dificuldades, os três começam a descobrir as possíveis localizações das Horcruxes, além desvendarem o sombrio passado do até então imaculado Alvo Dumbledore e sua relação com um antigo bruxo das trevas.

Harry Potter e as Relíquias da Morte finaliza praticamente com perfeição a série de livros mais vendida de todos os tempo. O único e pequeno problema que encontrei foi o fato de o epílogo do livro ter sido muito curto. O futuro dos personagens ficou meio vago e acabou sendo contado rápido demais... Mas, afora isso, o livro é excepcional.


FICHA TÉCNICA (edição brasileira)
Título original: Harry Potter and the Deathly Hallows
Autora: Joanne Kathleen Rowling (J.K. Rowling)
Tradutora: Lia Wyler
Editora: Rocco
Gênero: Ficção/Fantasia
Número de páginas: 590
Lançamento: 10 de novembro de 2007

EXTRA: no site da editora Rocco é possível ler o primeiro capítulo do livro. Clique aqui caso deseje lê-lo.

Pesquise preços do livro no Buscapé: Harry Potter e as Relíquias da Morte.
Pesquise preços dos outros livros da série: Livros de Harry Potter.
Pesquise preços dos DVDs da série Harry Potter: DVDs de Harry Potter.

Ícones de Feeds RSS

Quando alguém cria um blog, uma das primeiras coisas que se aconselha fazer é um feed para ele. É bem simples, e normalmente o feed é criado automaticamente com o blog pelo próprio sistema escolhido (Blogger, Wordpress...), mas o ideal é o próprio dono do blog criar um no FeedBurner.

Feito isso, vem o mais complicado: encontrar um ícone para representá-lo. Há uma infinidade de estilos e cores diferentes, mas o padrão é esse laranja:


Só que nem sempre um ícone simples como esse combina com o estilo do blog. O que eu uso aí na sidebar, por exemplo, é vermelho e com um efeito de reflexo, que se "encaixa" bem melhor com as cores do template do meu blog do que o ícone padrão.

Enfim, para ajudar os blogueiros que não estão com muita vontade de sair pesquisando ícones por aí até encontrar um que os agrade, coloco abaixo mais de 20 opções para todos os gostos. Os arquivos estão em formato .PNG, para quem quiser fazer edições - mudar a cor, criar outros efeitos - no Fireworks ou outro programa de edição de imagens. Caso não queiram modificar nada nos ícones, aconselho convertê-los para outro formato de imagem (.JPEG, .JPG ou .GIF) para diminuir seus tamanhos:






















Os imagens acima retirei de
51 Top RSS Button For Your Blog (em inglês), em que há várias outras opções de ícones RSS. Um outro link interessante é Over 35 Different Styles of RSS Icons (também em inglês), que lista ótimos sites com um infinidade de efeitos e cores para esses ícones.

*Update (03/09/2007): Para inserir o ícone do feed (imagem + link), basta colocar o seguinte código HTML no local desejado do layout, modificando o que está em caixa alta:


"E eu vos declaro Marido e... Cachorra?"

Homem se casa com cadela na Índia
P. Selvakumar fez uma cerimônia tradicional para sua união com a vira-lata Selvi.
Ele quer aliviar 'maldição' criada após ter apedrejado outros dois cães.

Fonte: G1


Ao ler essa notícia, alguém além de mim imediatamente se perguntou como deve ter sido a lua-de-mel do casal?

É melhor não imaginar...

Dragon Ball Dress Up

Já faz algum tempo desde a última vez que indiquei um game online aqui. Por isso, aproveitando que Dragon Ball tem sido bastante comentado por causa do filme live action que vão produzir sobre ele, vim sugerir um jogo em flash bastante interessante baseado nos personagens desse anime.

Na verdade, não é bem um jogo no sentido tradicional. É um daqueles em que o usuário tem um "personagem-padrão" seminu e tem que vesti-lo escolhendo várias opções de roupas, sapatos, cabelos, luvas, etc.

No caso deste jogo, são diversos acessórios de vários personagens clássicos de Dragon Ball Z: Goku (normal, super saiyajin 3 e super saiyajin 4), Piccolo, Trunks, Majin Boo, Freeza, Cell, Vegeta, Andróide n° 16 e Gogeta. Além disso, não sei por que, puseram o Naruto como uma opção também.

Pra mim, só faltou o Gohan, mas tudo bem...

Para quem quiser jogar, basta clicar na imagem abaixo e esperar carregar o jogo:


Veja abaixo algumas "fusões" que eu fiz:


"Majin-Freeza"


"Vegeta n° 16"


"Gogeta-Piccolo"


"Goku Super Saiyajin 3/4"

Dragon Ball Dress Up

As pessoas mais inteligentes do mundo e seus respectivos Q.I.s


QI - Quociente de Inteligência: medida derivada da divisão da idade mental pela idade cronológica, obtida por meio de testes desenvolvidos para avaliar as capacidades cognitivas (inteligência) de um sujeito, em comparação ao seu grupo etário. (Fonte: Wikipédia)

Normalmente, os resultados de testes de QI são dados em escalas como a abaixo:

QI
Acima de 140: gênio ou quase um
130-139: extremamente inteligente
120-129: inteligência muito acima da média
110-119: inteligência acima da média
90-109: inteligência normal (metade da população mundial situa-se neste nível)
80-89: inteligência abaixo da média
70-79: quase deficiência mental
50-70: retardo mental leve
35-50: retardo mental moderado
20-35: retardo mental grave
Abaixo de 20: profundo retardo mental

Por convenção, seguindo a escala acima, o QI para "inteligência normal" é 100.
99.5% das pessoas estão entre os níveis 60 e 140. Os 0.5% restantes, ou sofrem algum tipo de retardo mental, ou são gênios.

Os QIs mais altos do mundo
Pessoas ainda vivas:

Kim Ung-yong - físico e engenheiro coreano. Com 3 anos de idade, começou a aprender cálculo diferencial. Aos 4, já sabia ler e escrever em japonês, coreano, alemão e inglês (a ponto de compor poesias nesses idiomas). Entrou para o Guinness Book - o Livro dos Recordes - com seu QI de 210 pontos.

Christopher Michael Langan - o homem mais inteligente da América, com um QI de 195 pontos. Criou o "CTMU" (Cognitive-Theoretic Model of the Universe), teoria do relacionamento entre a mente e a realidade. É autodidata e trabalha atualmente em seu rancho.

Philip Emeagwali - engenheiro de computação e geólogo nigeriano. Em 1989, ganhou um prêmio do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE, sigla em inglês) por seu trabalho com supercomputadores da série "Connection Machine", que permitiu um grande avanço nos estudos sobre o petróleo. Possui um QI de 190 pontos.

Outros gênios da atualidade:
Garry Kasparov - russo campeão mundial de xadrex. QI de 190 pontos.
Marilyn Vos Savant - autora e colunista de revistas norte-americana. QI de 186 pontos.
James Woods - ator norte-americano. QI de 180 pontos.
John H. Sununu - político norte-americano. QI de 180 pontos.
Benjamin Netanyahu - político israelense e ex-Primeiro Ministro de seu país. QI de 180 pontos.
Andrew Wiles - matemático britânico, professor da Universidade de Crambridge. QI de 170 pontos.
Judith Polgar - húngara campeã mundial de xadrex, a melhor enxadrezista mulher de todos os tempos. QI de 170 pontos.
Robert Byrne - jogador de xadrez norte-americano, considerado "Grandmaster", o maior título que um enxadrezista pode alcançar. QI de 170 pontos.
Bobby Fischer - outro jogador de xadrez dos Estados Unidos. QI de 167 pontos.
Stephen W. Hawking - doutor em cosmologia e um dos mais consagrados físicos teóricos do mundo. É britânico e possui um QI de 160 pontos.
Paul Allen - um dos fundadores da Microsoft e uma das pessoas mais ricas do mundo (com uma fortuna estimada em 18 bilhões de dólares). QI de 160 pontos.
Sharon Stone - atriz e modelo norte-americana. QI de 157 pontos.

Pessoas que já morreram (dados de estudos realizados em 1926 sobre os homens e mulheres mais importantes entre 1450 e 1850):

sir Isaac Newton - QI de 190 pontos
Voltaire - QI de 190 pontos
Leonardo Da Vinci - QI de 180 pontos
Michelangelo - QI de de 180 pontos
Johannes Kepler - QI de 175 pontos
Blaise Pascal - QI de 171 pontos
Michael Faraday - QI de 170 pontos
Antoine Lavoisier - QI de 170 pontos
Lutero - QI de 170 pontos
Galileu Galilei - QI de 165 pontos
Johann Sebastian Bach - QI de 165 pontos
Thomas Hobbes - QI de 165 pontos
John Locke - QI de 165 pontos
Ludwig van Beethoven - QI de 165 pontos
Renè Descartes - QI de 162 pontos
Albert Einstein - QI de 160 pontos
Robert Boyle - QI de 160 pontos
Benjamin Franklin - QI de 160 pontos
Linus Pauling - QI de 156 pontos
Rembrandt - QI de 155 pontos
Miguel de Cervantes - QI de 155 pontos
Charles Darwin - QI de de 153 pontos
Wolfgang Amadeus Mozart - QI de 153 pontos
Nicolau Copérnico - QI de 150 pontos
Abrahan Lincoln - QI de 150 pontos
Napoleão Bonaparte - QI de de 145 pontos
George Washington - QI de 140 pontos

Links relacionados: Teste de QI.

Este post foi inspirado no artigo The Massive List of Genius - People With the Highest IQ.

Saiba quanto custa seu blog

Através de uma pequena ferramenta que encontrei no Business Opportunities Weblog - um blog que, como o próprio nome diz, trata de oportunidades de negócio, especialmente as que envolvem a internet -, é possível ter uma noção do valor, em dólares, do seu blog.

Não é uma ferramenta nova, pois já a vi até em outro blog brasileiro, mas achei interessante e resolvi compartilhar aqui.

O cálculo desse valor, pelo que consegui entender, é feito com base na "autoridade" e na colocação do blog no Technorati, um site semelhante ao BlogBlogs que faz a indexação e ranking de blogs pela internet no mundo inteiro, avaliando a quantidade de links recebidos de outros blogs. Assim, quanto melhor a colocação de um blog no Technorati, maior seu valor de acordo com essa ferramenta.

Veja quanto custa alguns blogs - lembrando que, no sistema de numeração inglês, ","(vírgula) é o mesmo que o "." (ponto) aqui no Brasil e vice-versa:

Algumas bobagens...


Meu blog vale $15,807.12.
Quanto custa o seu?


Engadget (o primeiro colocado hoje no Technorati)


Este blog vale $18,202,463.22.
Quanto custa o seu?


Semáforo (o outro blog de que participo)


Este blog vale $2,258.16.
Quanto custa o seu?


E os dois blogs de que mais gosto...

Blog do Cardoso


Este blog vale $167,103.84.
Quanto custa o seu?


Blogando por Dinheiro


Este blog vale $1,129.08.
Quanto vale o seu?


Não creio que esses valores são sérios mesmo, mas se alguém estiver disposto a pagar $15 mil pelo meu blog eu aceitaria sem pensar duas vezes (na verdade, me contentaria com beeeeem menos... hehehe).

Quem quiser saber o valor de seu blog ou de outros quaisquer, basta clicar aqui, escrever o endereço do blog no campo "URL" e clicar em "Submit".

Alguns mitos sobre os Dinossauros

Traduzido e adaptado de Top 10 Myths About Dinosaurs

Mito 1: Humanos viveram na mesma época que os dinossauros

Isso existe apenas em filmes e livros de ficção. Os últimos dinossauros, com exceção das espécies que evoluíram para aves, foram extintos há cerca de 65 milhões de anos. Os fósseis mais antigos de seres praticamente humanos datam de apenas 6 milhões de anos.

Mito 2: Os mamíferos só evoluíram depois que os dinossauros desapareceram

Há mais de 150 milhões de anos, pequenos mamíferos que pesavam cerca de 2 gramas habitavam o planeta, mas eram pouco representativos se comparados aos répteis gigantes que dominavam tudo.

A evolução dos mamíferos ocorreu nesse período, mas muito lentamente, tanto que a maioria das espécies que existe hoje surgiu apenas depois da extinção dos dinossauros.

Mito 3: Os dinossauros sucumbiram porque os mamíferos comiam seus ovos

Os ninhos dos dinossauros sem dúvida eram vulneráveis, mas os principais predadores dos ovos eram dinossauros menores. Os mamíferos que viviam nessa época eram pequenos demais para comer ovos tão grandes.

Mito 4: O impacto de um asteróide dizimou sozinho todos os dinossauros

No que hoje é a Península de Yucatan, México, há uma cratera de 180 quilômetros de largura que provavelmente surgiu como resultado da queda do asteróide responsável pelo fim dos dinossauros. Entretanto, isso não aconteceu imediatamente após a colisão.

Acredita-se que, de início, apenas os animais próximos à zona de impacto morreram. Mas as conseqüências da queda do asteróide em nosso planeta foram devastadores: maremotos gigantescos, chuvas extremamente ácidas (talvez com acidez tão forte quanto a do ácido sulfúrico encontrado em baterias de carro - com pH próximo a 1,5) e nuvens de poeira que escureceram e esfriaram o globo durante meses ou mesmo décadas.

Outra teoria sugere que o número de dinossauros já vinha decrescendo antes do impacto devido à diminuição do nível do mar e das constantes erupções vulcânicas. Ou seja, a combinação desses efeitos à devastadora queda do asteróide provavelmente eliminou os dinossauros.

Mito 5: Os dinossauros foram extintos por não terem sido bem-sucedidos em termos evolutivos

Eles sobreviveram por mais de 150 milhões de anos em nosso planeta, portanto não podem ser considerados mal-sucedidos. Os hominídeos, nossos ancestrais, viveram por apenas 6 milhões de anos, enquanto nossa espécie - o Homo sapiens - surgiu há apenas 200.000 anos. Os dinossauros dominaram o reino animal em sua época, mas foram derrotados pelos efeitos devastadores do asteróide.

Mito 6: Todos os dinossauros morreram há 65 milhões de anos

As aves surgiram cerca de 150 milhões de anos atrás. A maioria dos especialistas acredita que elas evoluíram de pequenos dinossauros predadores que, apesar de terem perdido um grande número de indivíduos após o impacto do asteróide, sobreviveram e se multiplicaram após o planeta tornar-se novamente propício a isso. Como nos métodos atuais de classificação dos animais esses precursores das aves são considerados dinossauros, é errado então dizer que todos eles foram extintos de uma só vez.

Mito 7: Os dinossauros eram animais lentos

Até pouco tempo atrás, paleontólogos acreditavam que os dinossauros eram lentos demais em comparação às aves e mamíferos e que por isso perderam a "corrida evolutiva". Porém, estudos recentes não encontraram qualquer evidência disso.

A maioria deles era provavelmente tão móvel quanto grande. Assim como os leões, os dinossauros carnívoros eram predadores ativos que ficavam parados e descansando após se alimentar.

Estudos realizados no ano 2000 em um fóssil de hadrossauro excepcionalmente bem preservado sugeriram que os dinossauros possuíam corações com 4 cavidades (2 átrios e 2 ventrículos), portanto mais poderosos que os da maior parte dos répteis atuais, que possuem 3 cavidades (2 átrios e 1 ventrículo). Com essa descoberta, pode-se comparar o metabolismo dos dinossauros com o dos crocodilianos (únicos répteis atuais que possuem corações com 4 cavidades) e o das aves.

Mito 8: Todos os grandes répteis terrestres pré-históricos eram dinossauros

Os répteis terrestres atingiam 5 metros de comprimento antes do surgimento dos primeiros dinossauros, há 230 milhões de anos. Alguns deles, como os dimetrodontes, que habitaram a América do Norte durante o período Permiano (290 a 240 milhões de anos atrás), eram semelhantes a dinossauros, mas não dinossauros de verdade.

Mito 9: Répteis marinhos, como os plesiossauros e os icitiossauros, eram dinossauros

Vários répteis marinhos evoluíram durante a época dos dinossauros, mas todos os verdadeiros dinossauros eram animais terrestres.

Mito 10: Répteis voadores eram dinossauros

Os pterossauros, bastante conhecidos como "os dinossauros voadores", surgiram logo após os primeiros dinossauros e sucumbiram juntamente com eles. A maioria alcançava o tamanho de um pequeno avião.

No entanto, mesmo sendo parentes próximos, não eram verdadeiros dinossauros.


Ps: As informações dadas acima foram baseadas em simples pesquisas na internet. Caso haja algum erro, reporte nos comentários que eu corrijo.

5 animes que marcaram minha infância


1. Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya)
A história dos cavaleiros que protegiam a reencarnação de Atena (a mala da Saori Kido) com seus poderes incríveis e suas belas armaduras deixavam os garotos alucinados. Eu mesmo não perdia um só episódio. Por mais que hoje o enredo pareça bobo e repetitivo, na época as batalhas dos guerreiros mais fracos se superando e vencendo os mais fortes eram fascinantes.

Eu era o Ikki, o cavaleiro de Fênix. Lembro que na "época de ouro" - ou seja, quando passava na Manchete (RIP) - a maioria dos garotos da minha idade (5, 6 anos) adoravam esse anime e, como era costume, diziam ser um dos cavaleiros. O preferido do pessoal era o Hyoga.

CDZ também me marcou muito por ter sido o primeiro mangá que colecionei e o primeiro também que completei a coleção. Até hoje compro praticamente tudo que lançam baseado nessa obra do mestre Masami Kurumada, que não por acaso é um dos animes mais famosos de todos os tempos.



2. Shurato (Tenku Senki Shurato)
Outro anime que era transmitido pela finada Rede Manchete e que também contava a história de guerreiros que trajavam armaduras, lançavam poderes e protegiam uma deusa. Mas, apesar de se basear descaradamente em Cavaleiros do Zodíaco, Shurato conseguia ter qualidade, sendo mais que uma simples imitação.

Seus 38 episódios, incansavelmente repetidos na época, contam a história de 2 amigos de infância, Shurato e Gai, que treinavam artes marciais juntos desde pequenos. Durante a final de um torneio no qual se enfrentavam, ambos são envolvidos por uma misteriosa luz que os transporta para o "Mundo Celestial", governado pela deusa Vishnu. Lá, Shurato descobre ser o "Rei Shura" um dos 8 Guardiões Divinos do Povo de Devas, uma espécie de guerreiro cuja missão é defender o Mundo Celestial das "Forças Malignas de Asra", comandadas por Shiva.

Não bastando isso, Shurato é obrigado a enfrentar Gai (que também se tornou um guardião e inexplicavelmente quer matá-lo) e provar sua inocência devido a um nefasto plano elaborado por Indra, um discípulo traidor de Vishnu que a trasfomou em pedra e pôs a culpa no Rei Shura e seus companheiros.

Com fortes referências à mitologia indu, Shurato não deixa de ser um anime educativo, pois aborda um tema interessante e pouco falado.



3. Pokémon (Poketto Monsutā)
Com certeza foi o anime que mais fez fãs em sua melhor época - nas 3 primeiras temporadas da série. Lembro que assistia sempre antes do almoço, no programa da Eliana (O_O), antes de ir para a escola à tarde. Era mágico acompanhar a jornada do Ash diariamente, sempre na espectativa de saber que novo pokémon apareceria.

Foi nessa época também que comecei meu hobbie de comprar revistas. Eu adorava ir à banca procurar tudo relacionado a esse anime. Comprei um álbum de figurinhas com todos os pokémons e pela única vez na minha vida completei a coleção. Além disso, quando finalmente ganhei meu primeiro vídeo-game, um saudoso Game-Boy Color Amarelo, o primeiro jogo que comprei foi o Pokémon Yellow, no qual eu e meu irmão ficamos completamente viciados (lembro que demoramos exatas 119h20min para finalizar o jogo da primeira vez). E, o mais importante de tudo: o primeiro filme a que assiti num cinema foi "Pokémon: o filme - Mew contra MewTwo", algo que vou lembrar por toda a minha vida.

Era mágico, mas foi uma pena quando o anime começou a se tornar o que é hoje. O enredo ficou repetitivo e a franquia começou a priorizar o dinheiro em vez da qualidade. Há muito deveria ter terminado (pra mim acabou na Liga Johto), mas ainda permanecem tentando manter o desenho vivo de qualquer jeito, criando cada vez mais pokémons. Se no começo, quando eram apenas 251 monstros, a muito custo os fãs conseguiam decorar os nomes da maioria deles, hoje mal se sabe quantos são. Praticamente todo ano criam novos para enfiá-los em novos games.

Na minha opinião, deveriam terminar a série animada e se concentrar só nos jogos e card games. A não ser que conseguissem trazer de volta a qualidade que as primeiras temporadas possuíam, o que infelzmente acho muito difícil.



4. Dragon Ball Z (Doragon Bōru Zetto)
Dragon Ball é uma série única e inigualável. Um desenho animado de traço simples, mas com um enredo encantador e personagens carismáticos que conquistaram o mundo.

Das três fases do anime - Dragon Ball(DB), Dragon Ball Z(DBZ) e Dragon Ball GT(DBGT) -, a segunda com certeza foi a melhor (acho DBGT tão ruim que nem considero uma continuação...), e é a ela que devo meu atual gosto por desenhos japoneses. Como disse acima, Pokémon me fez começar meu hobbie de comprar revistas, mas a maioria esmagadora de publicações e álbuns de figurinhas que guardo até hoje são sobre DBZ. Não sei números exatos, mas com certeza tenho quase 100 revistas sobre animes cuja capa tem algum personagem de Dragon Ball.

Claro que hoje elas só entulham a estante do meu quarto, porém essas revistas foram responsáveis em grande parte por eu começar a gostar de ler. Por isso as guardarei por toda a vida como lembrança - ao menos enquanto as traças não as devorarem.

Voltando ao anime... A história é extremamente grande e difícil de se explicar em poucas linhas, pois ao todo foram 291 episódios só da "fase Z" - 508 somando-se as 3 fases. Por isso, sugiro o site Dragon Ball Brasil a quem quiser conhecer melhor essa obra-prima do genial Akira Toriyama.



5. Bucky (Jibaku-Kun)
Desta lista, é o menos conhecido. Foi transmitido pela Band no ano 2000 - época em que eu cursava a 5ª série do ensino fundamental - pelo finado programa "Band Kids".

O anime se passa numa terra chamada "Mundo 12", um enorme continente dividido em doze "países" dispostos num formato semelhante a um relógio. Nessa terra, humanos, monstros e espíritos vivem em harmonia e são governados pela princesa da "Torre Pontiaguda", localizada no "Mundo Zero".

Cada mundo - do 1 ao 12 - possui uma criança com poderes especiais que o protege. São as chamadas "Grandes Crianças", portadoras de espíritos (seres redondos e rosados capazes de gerar ataques explosivos) e com a função principal de defender seu mundo dos "monstros encrenqueiros", que são controlados por um misterioso poder - o "Veneno do Despertar".

Uma dessas crianças, mais especificamente a de Primas (o Primeiro Mundo), é o protagonista da série: Bucky, um garoto que tem o sonho de dominar o mundo. Ele é o suscessor de Spaak, a Grande Criança mais forte de todos os tempos, que precisou "abandonar o cargo" ao descobrir que o Mundo Zero foi invadido e a princesa aprisionada.

Com a ajuda de seus amigos (ou "escravos", como ele sempre diz) Pinky e Kai, Bucky inicia sua jornada pelos doze mundos para realizar seu sonho e descobrir que mistérios envolvem a Torre Pontiaguda e o motivo de sua invasão.

Apesar do enredo pouco complexo, era um dos animes a que eu não cansava de assistir, mesmo repetindo várias vezes. Pena que não fez muito sucesso no Japão e por causa disso não houve uma merecida continuação.

Modelo que matou 3 pessoas em tentativa de suicídio está sendo julgada


A loira da foto acima se chama Jeanette Sliwinski e tem 23 anos. Em 2005, sofrendo de depressão, ela decidiu se matar. Pegou seu carro, um Ford Mustang, e saiu a toda velocidade pelas ruas do subúrbio de Chicago (EUA).

Após passar direto por três semáforos fechados, ela atingiu um Honda Civic que estava parado com três músicos dentro. A força do impacto foi enorme, pois o carro da "Suicide Blonde" ("Loira Suicida", apelido dado à modelo com referência à música da banda australiana INXS) estava a mais de 120Km/h.

Resultado: os 3 homens - Michael Dahlquist (39 anos), John Glick (35 anos) e Douglas Meis (29 anos) - morreram instantanteamente, enquanto Jeanette sobreviveu com apenas um tornozelo quebrado.

Há alguns dias, o julgamento da modelo foi iniciado. Como a defesa alega que a infeliz sofria de doenças mentais na época e não teve a intenção de matar outras pessoas a não ser ela mesma, ela deve ser condenada a apenas 10 anos de prisão.

Em entrevista à rede de notícias ABC, a família de uma das vítimas disse que lamenta o fato de Jeanette não ter realizado seu desejo de morrer:

"A única coisa que poderia ter encerrado esse acontecimento horrível teria sido o sucesso do que ela se propôs fazer naquele dia", comentou David Meis, irmão da vítima Douglas Meis.

Alguém discorda dele?


Mais informações (em inglês):
'Suicide blonde' kills three people while trying to kill herself
Suicidal Model Crashed at 87 MPH, Prosecutor Says